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sexta-feira, 13 de abril de 2012

O MARIDO PERFEITO

Uma esposa estava muito infeliz. Ela amava o seu marido e ele a amava de paixão. Mas por causa dos afazeres do dia-a-dia, do trabalho, da rotina, dos problemas cotidianos, aquela esposa decidiu que queria a separação. Depois de muito insistir e conversar com o marido, ele concordou com uma condição e disse: “Eu te amo, não quero me divorciar de você. Eu posso te fazer feliz. Mas já que você quer a separação, eu te darei o divórcio, porém, com uma condição. Quando nós nos casamos, fizemos uma festa, um grande banquete. Na nossa separação, eu também quero uma festa e com todos os convidados. E como condição final, eu quero levar de volta para a casa do meu pai uma coisa da nossa casa. Aquilo que mais me agradar eu levarei”.
A esposa concordou imediatamente com a proposta do marido. Ela ficaria com a casa, com todos os bens, e o marido levaria somente uma coisa. Então, fizeram o banquete da separação. Era o oposto da festa de casamento. A esposa estava radiante, pois iria se divorciar e nunca alguém havia feito uma festa de separação.

O esposo, sempre triste no canto, não se divertindo, nem comendo ou bebendo, e olhando o tempo todo para a esposa, e amando com um amor que jamais um homem teve por uma mulher. As horas foram se passando, então, a esposa se aproxima do marido e diz: “Querido, estamos fazendo a festa conforme você pediu. Como as horas estão passando, acho que você deve escolher imediatamente aquilo que você quer levar desta casa”. O marido disse à mulher: “Ainda é cedo. Eu estou pensando no que eu levarei”.

A festa prosseguiu e a esposa chegou novamente ao marido e disse: “Querido, escolha o que você mais gostaria de levar desta casa, porque eu já estou ficando cansada”. E o marido falou: “Não, eu ainda estou pensando o que levarei”. E o tempo foi passando até que a esposa pegou no sono.

O marido esperou que ela dormisse profundamente, tomou-a nos seus braços e a levou para a casa do seu pai. Quando acordou, ela disse: “O que estou fazendo aqui? Por que eu não estou na minha casa? Por que você trouxe-me aqui para a casa do seu pai?”. O esposo apaixonado, sentindo um certo constrangimento, com os olhos abaixados, respondeu: “O nosso combinado foi que eu escolhesse uma coisa para trazer comigo. E não há nada que eu ame mais do que você”.

Ao ouvir o marido, a esposa sentiu uma grande emoção. Novamente o amor latejou no seu coração. O marido levantou os olhos e olhou profundamente para ela e ela para ele. A mulher abraçou o esposo e disse: “Nunca mais, passe o tempo que passar, aconteça o que acontecer, eu jamais me separarei de ti porque o teu amor tem me conquistado. E eu quero aprender a te amar do jeito que você me ama”.

Nesta Ilustração, o esposo é o Senhor Jesus; a esposa é a igreja. Muitas vezes a igreja está separada do seu marido, adorando festa, a companhia de homens, o convívio social. E quando o marido vê, isto é, quando Cristo vê a esposa, isto é, a igreja se entretendo com as coisas do mundo, Ele fica triste e não participa disso. Ele observa de longe. Mas só existe uma coisa que Ele quer intensamente, com todo o seu amor, com todo o seu coração; a única coisa que Ele deseja é levar a noiva, a esposa, para a casa do Pai. E você já entendeu que o Pai é Deus.

Um dia acontecerá que esta noiva, esta esposa, estará na casa do Pai, despertará e verá à sua frente o esposo amado e compreenderá que foi amada incondicionalmente, como nunca jamais alguém a amou. Então, esta esposa que foi tão ingrata vai aprender o que é amar e será conquistada pelo seu amor, e será constrangida pelo amor de Jesus Cristo, e fará aquela declaração de amor, não um amor somente “até que a morte os separe”, porque a morte não existirá mais, mas uma declaração de amor que perdurará por toda a eternidade.



Ilustrações do Reino de Deus
com o Pr. Juanribe Pagliarin

sábado, 31 de março de 2012

Removendo As Teias De Aranha



Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a
Deus" (Mateus 5:8).


"Eu conheci um artista que pintou, de maneira tão real, uma
teia de aranha , que a empregada doméstica gastou várias
horas tentando removê-la do teto". "Eu não acredito nisto".
"Por que não? Os artistas têm talento suficiente para fazer
tais coisas". "Sim, mas não empregadas domésticas!"


É claro que não quero falar sobre empregadas domésticas!
Quero falar apenas do que fez a empregada de nossa
ilustração: ela tentou, com muito esforço e de várias
maneiras, remover a teia de aranha que existia no ambiente
em que trabalhava. Ela o queria limpo, bonito, agradável aos
olhos.


Quantas teias de aranha ainda existem em nossas vidas
espirituais? Temos recebido a Cristo, mas, não temos nos
importado com o que ainda permanece de nossa velha natureza!
O sótão de nossos corações ainda guarda muitas teias de
aranha e, por isso, o nome de Jesus não pode ser
verdadeiramente engrandecido.


Sabemos que o Senhor é amor, porém, as teias de aranha das
mágoas, dos ressentimentos, da avareza e do egoísmo ainda
são guardadas -- intactas -- como se fossem relíquias das
quais não desejamos nos desfazer. Cristo quer promover uma
limpeza total, mas, não O deixamos. "Eu me converti,
contudo, deixe ficar as minhas teias de aranha!"


Está mais do que na hora de promovermos uma séria mudança em
nossas vidas. Está na hora de começarmos a pensar como o
Senhor quer que pensemos. Está na hora de começarmos a
transmitir brilho e pureza, como o Senhor anseia que
mostremos. Está na hora de rejeitar os costumes de um
passado nada agradável, como deus espera que façamos.


As teias de aranha não podem continuar manchando a brancura
de nossas atitudes. Elas não podem resistir ao poder do nome
de Jesus. Elas não podem continuar sujando os corações dos
filhos do Altíssimo.


Só os limpos de coração verão a Deus. Você vai insistir em
guardar suas teias de aranha ou vai retirá-las agora mesmo?

Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet!
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